De Luís André Gasperino
Hoje não vou escrever um artigo. Não vou criticar nada, nem opinar contra algo ou alguém. Quero apenas desejar à todos um feliz 2010. Que, este novo ano, nasça como o sol que surge a cada novo amanhecer.
Vamos comer lentilha. Quem tiver a oportunidade, pule três ondas. Vale tudo, qualquer tipo de superstição, qualquer crença.
Mas, que, o otimismo se faça presente em todos os corações. Que o novo ciclo, nos traga muito mais que o último.
Uma nova era de ideologias nos ameaça á cada despertar. Estejamos preparados e destinados a o que nos espera.
Convoco a todos à uma incrível batalha. Quem estiver disposto, que me siga, me faça valer pena, que me torne um orador, que me faça ouvir, me torne um aprendiz.
Missão
É o seguinte: Quem aqui assistiu ao filme “Corrente do bem”?
Bom, quem não assistiu que assista! Mas, para os preguiçosos, o exercício funciona da seguinte maneira:
Cada indivíduo vai fazer uma ação de bem à três pessoas, mas que, seja uma ação expressível, de suma importância ao próximo. Este, tem a incumbência de realizar o mesmo à mais três pessoas, certo?
É isso aí pessoal! Se os seguidores deste blog fizerem sua parte, acho que faremos o bem à muita gente!
Muitos aqui, já fizeram o bem à uma pessoa. Agora, só restam duas!
O que acham?
Não é nada difícil. Pelo menos, pra mim, e pra você?
sábado, 26 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Repúdio ao bairrismo

De Luís André Gasperino
Na última segunda-feira, assistindo ao programa humorístico Custe o que Custar, CQC, transmitido pela rede Bandeirantes, deparei-me com uma cena indigna e inescrupulosa.
Após o repórter, Felipe Andreoli, se infiltrar nos vestiários do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, para cobrir a festa do Flamengo pela conquista do penta, não hexa, título do Campeonato Brasileiro, seguranças e assessores de impressa do rubro-negro, expulsaram o repórter do local, aos gritos de “Sai fora paulista, vai cobrir o vestiário do São Paulo”. Em um gesto de humildade e persistência, Felipe, insistiu em adentrar o local e, desta vez, foi barrado violentamente na porta.
Confesso que, atitudes como estas dos profissionais flamenguistas, mesquinhas e infantis, despertam minha ira. Afinal, não é a primeira vez que profissionais da imprensa paulista são hostilizados no Rio de Janeiro, e a recíproca, neste caso, não é verdadeira.
Por experiência própria, não que eu tenha muita experiência, é claro. Mas, tive oportunidade de acompanhar eventos esportivos em São Paulo, de extensão nacional e, jamais, testemunhei qualquer tipo de hostilidade aos cariocas, por parte de paulistas, mineiros, baianos, enfim...
Não estou negando que haja brincadeiras satíricas entre cariocas e paulistas. Mas, não podemos aceitar que as rixas regionais ultrapassem o limite do humor e impeça que um profissional exerça o seu trabalho. Peraí né? Cadê o nosso direito de ir e vir ?
O Clube de Regatas Flamengo, em virtude de seus profissionais despreparados, rasgou e cuspiu na constituição. É lamentável sermos espectadores de ações como estas. Logo no Rio de Janeiro, que por tanto tempo foi guardião da nossa Constituição, exercendo a função de Capital Federal.
Talvez, esse “bronqueamento” dos cariocas com os paulistas, não passe de dor de cotovelo. Já que, há muito tempo, o Rio perdeu seu trono, e hoje, somos nós, São Paulo, que ditamos as regras do jogo.
“Bairrismo” não está com nada. Somos todos brasileiros, filhos da mesma pátria mãe gentil. Deixo aqui, o meu repúdio e protesto...
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
AH! OS RELÓGIOS
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
2012???

De Luís André Gasperino
Quem achou que as profecias apocalípticas acabariam na virada do século cometeu um engano do tamanho de uma pirâmide. Uma pirâmide maia, para ser mais exato. O suposto fim de um dos calendários da antiga civilização pré-colombiana, marcado para 21 de dezembro 2012, provocou uma enxurrada de previsões de que o mundo vai acabar daqui a dois anos, vistas com descrença por cientistas.
O tema inspira livros, filmes, endereços eletrônicos e comunidades em sites de relacionamento. O mais novo lançamento cinematográfico é o longa “2012”, do diretor alemão Roland Emmerich, responsável por ‘O Dia depois de amanhã’, de 2004.
Sites de vários países aproveitam para faturar com a venda de camisetas e até indicam pontos mais seguros do Planeta para se sobreviver a catástrofes que estariam por vir. Fala-se, por exemplo, que em 2012 acontecerá uma inversão súbita dos pólos magnéticos dos planetas, o que, segundo os cientistas, só acontecerá mesmo daqui a milhares de anos. Outra teoria é que a data coincide com um alinhamento do Sol com o centro da Via Láctea — o que para os astrônomos não representa qualquer risco.
O que os “profetas” não dizem é que, segundo historiadores, a data não significava necessariamente que o mundo acabaria nem para os maias.
De acordo com o professor do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da Usp, Eduardo Natalino dos Santos, um dos calendários maias teria início no ano de 3.114 a.C. Os adeptos da teoria juntam esta informação com outra de que cada idade do mundo duraria cerca de 5.125 anos, fazendo uma correlação polêmica. “A onda profética tem pego informações com séculos de diferença para se ancorar na história”, explicou o professor.
Mesmo para quem cisma em acreditar que algo acontecerá em 2012, deixo um rastro de esperança no ar. Pois, para nós, o tempo é linear, para os povos da mesoamérica, não. Quando se terminava uma era, começava outra, e isso não significava obrigatoriamente o fim de uma espécie, muito menos, a nossa.
Ao meu modo de ver, o “apocalipse maia”, que ganhou destaque na mídia nos últimos meses, são apenas teorias supérfluas, aliás, teorias de outrora, sensacionalizadas para os novos tempos, com apenas um único objetivo: Transformar o fanatismo das pessoas em receitas de marketing, altamente lucrativas.
Porém, não descarto a discussão sobre o tema, até porque, a pauta em questão é a bestialidade do seres humanos, diante dos crimes ecológicos que estão sendo cometidos ao longo dos anos, mais brutalmente durante os últimos dois séculos.
A resposta desta agressão ao planeta é cara. Fenômenos naturais catastróficos, tsunamis, efeito estufa, aquecimento global, derretimento das placas de gelo polares. É a própria teoria da destruição.
Sem dúvida, o mundo pode não acabar daqui dois anos, mas pelo andar da carruagem, não sei se ele suporta muito tempo.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Dor de mãe
Como dói, ver você assim
Pedaço de mim
Embalei em meus braços
Descansei seu cansaço
Meu corpo te alimentou
Meu calor te agasalhou
Acordei varias noites
Abriguei do frio que sentia
Enquanto dormia
Como dói, ver você assim
Desfigurado, jogado ao léu
Um gosto amargo de fel
Que tenho que provar
Toda vez que preciso te buscar.
Como dói, ver você assim
Sem enxergar a realidade
Vivendo uma prisão
Com a chave nas mãos
Mergulhado na ilusão
Como dói, viver assim
Sem noites dormir
Com os olhos no telefone
Sempre o mal pressentir
Com medo de seu nome ouvir
Viver a custa de calmantes
Numa dor angustiante, constante
Na esperança de um momento
Cansar-se do sofrimento
Ajuda então pedir
E deste suplicio sair.
Como dói, te observar
Saber que no mundo do vício está
E nada posso fazer
Para ti, em meu colo ter
E, novamente lhe dizer
Que comigo pode contar.
Pedaço de mim
Embalei em meus braços
Descansei seu cansaço
Meu corpo te alimentou
Meu calor te agasalhou
Acordei varias noites
Abriguei do frio que sentia
Enquanto dormia
Como dói, ver você assim
Desfigurado, jogado ao léu
Um gosto amargo de fel
Que tenho que provar
Toda vez que preciso te buscar.
Como dói, ver você assim
Sem enxergar a realidade
Vivendo uma prisão
Com a chave nas mãos
Mergulhado na ilusão
Como dói, viver assim
Sem noites dormir
Com os olhos no telefone
Sempre o mal pressentir
Com medo de seu nome ouvir
Viver a custa de calmantes
Numa dor angustiante, constante
Na esperança de um momento
Cansar-se do sofrimento
Ajuda então pedir
E deste suplicio sair.
Como dói, te observar
Saber que no mundo do vício está
E nada posso fazer
Para ti, em meu colo ter
E, novamente lhe dizer
Que comigo pode contar.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Homenagem ao malandro

De Luís André Gasperino
O morto está morto. Há 28 anos, em 22 de agosto de 1981, calava-se, precocemente, a voz de Glauber Rocha, um dos mais geniais e, genioso cineasta, ator e escritor, que o Brasil já conheceu. Um indignado, que pecava pelos seus excessos, mas que revolucionou o cinema novo brasileiro.
Filho de Adamastor Bráulio Silva Rocha e de Lúcia Mendes de Andrade Rocha, Glauber nasceu na cidade de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Foi criado e alfabetizado pela mãe. Em 1947, mudou-se com a família para Salvador, onde seguiu os estudos no Colégio 2 de Julho. Ali, escrevendo e atuando em peças teatrais, seu talento e vocação foram revelados para as artes performativas. Participou em programas de rádio, grupos de teatro e cinema amadores.
O Pátio, seu primeiro filme, foi gravado em 1959, ao mesmo tempo em que ingressou na Faculdade de Direito da Bahia. Da faculdade foi o seu namoro e casamento com a atriz, Helena Ignez, produtora do primeiro filme do cineasta. “Eu conheci Glauber pelo sorriso, era um sorriso irônico e muito pessoal. Fiquei encantada. Juntos, fizemos o Pátio, primeiro filme de ambos”, disse a atriz.
Helena não polpa elogios para falar de seu antigo amor. “Glauber resumiu tudo de brilho, de inteligência, de charme, e de loucura também”, ponderou.
Sempre controvertido, escreveu e pensou cinema. Queria uma arte engajada ao pensamento e pregava uma nova estética, uma revisão crítica da realidade. Por essa razão, como conta o antropólogo Darcy Ribeiro, Glauber se consumia em seu próprio fogo. “Uma vez, Glauber passou uma manhã abraçado comigo e chorando compulsivamente. Glauber chorava a dor de todos os brasileiros, ele chorava as crianças com fome, chorava esse país que não deu certo, chorava a brutalidade, chorava a estupidez, a mediocridade, a tortura, ele não suportava e chorava. Os filmes de Glauber são isso, essa indignação”,
Para o articulista e cineasta Arnaldo Jabor, nada era normal perto de Glauber, “Ele conseguia criar um clima de excepcionalidade, um clima épico. Nada era simples para ele”, completou.
Jabor lembra com saudade do amigo. “Toda semana lembro dele, é uma pena não tinha que ter morrido. Morreu numa mistura de herói com otário”, disse emocionado.
Entre os filmes de maiores sucesso do cineasta estão Deus e o Diabo na terra do sol, indicado ao Festival de Cannes, e Terra em transe, que tornou-se reconhecido, conquistando o Prêmio da Crítica do Festival de Cannes, o Prêmio Luis Buñuel na Espanha e o Golfinho de Ouro de melhor filme do ano, no Rio de Janeiro. Outro filme premiado de Glauber foi O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, prêmio de melhor direção no Festival de Cannes e, outra vez, o Prêmio Luiz Buñuel na Espanha.
Profeticamente, Glauber Rocha, segundo amigos, costumava dizer que era a própria encarnação de Castro Alves, e se o poeta morreu aos 24 anos, ele morreria aos 42. De fato, Glauber faleceu aos 42 anos, vítima de septicemia, ou como foi declarado no atestado de óbito, de choque bacteriano, provocado por broncopneumonia que o atacava há mais de um mês, na Clínica Bambina, no Rio de Janeiro, depois de ter sido transferido de um hospital de Lisboa, capital de Portugal, onde permaneceu 18 dias internado.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Eita Filho caro esse, viu!

De Luís André Gasperino
Com orçamento de aproximadamente R$ 12 milhões, "Lula, o Filho do Brasil" é o filme mais caro da história do cinema brasileiro e será exibido em quase 400 salas no Brasil.
A estréia nacional do filme está prevista para o dia 1º de janeiro. O longa foi Dirigido por Fábio Barreto e estrelado por Rui Ricardo Diaz, Glória Pires, Cléo Pires, Juliana Baroni e Milhem Cortaz.
Até aqui, o “Filho do Brasil”, só tem razões para o orgulho geral da nação. Orgulho?
Alguém aqui sabe da onde que saíram esses 12 milhões de reais? Sim, companheiros e companheiras. Mais uma vez, o dinheiro com que o presidente “paga de bom moço”, saiu dos cofres públicos. Isso mesmo, do seu, do meu, dos dele, não, dos dele não, só dos nossos bolsos.
O que acontece com o povo brasileiro, que assiste à todo esse espetáculo e, nem por um segundo, se dá conta do absurdo que é a propagando política “Lula, o filho do Brasil”? Sim, pois, se havia alguma dúvida a respeito disso, a data de estréia do filme vem para aniquilar com qualquer resquício de indagação sobre o assunto. Dia 1 de Janeiro de 2010. O que acontece em 2010 no Brasil? Justamente, eleições. E, nada melhor do que uma super produção cinematográfica, para criação do “falso mito”. Lula o filho do nordeste, Lula o filho da fome, Lula o filho da metalúrgica, tudo menos o filho da escola.
Estaríamos todos nós hipnotizados pelo falar roco, a língua presa e a barba longa de nossos companheiros petistas?
Mas, a patifaria não para por aí. Os produtores foram capazes de colocar as beldades, Cléo Pires e Juliana Baroni, pra interpretar, respectivamente, as duas esposas de Lula. É brincadeira viu...Vai ter sorte assim na casa do cara....piiiiiiiiiiii
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Sangue não é para beber!

De Luís André Gasperino
Abram as cortinas da banalidade. A respeito do lançamento do mais novo filme da saga Crepúsculo, a produção Lua Nova, não posso deixar de comentar as inúmeras sensações que estou sentindo. Pra começar, náuseas e um sério desconforto com o comportamento humano, que a cada dia se torna mais fútil e desprezível.
É, absolutamente, compreensível que garotas de 11 à 15 anos se apaixonem pelo vampirão, charmoso, que leva o nome de Edward Cullen, porém, é inaceitável que homens e mulheres adultos se deixem comoverem com uma trama tão piegas e surreal.
Outro dia, ouvi de uma amiga que a saga mudou completamente sua vida para melhor. Tal comentário levou-me a questionar se, realmente, estava sendo justo ao criticar a história de amor entre um vampiro platônico e uma adolescente que mescla intelectualidade, infantilidade e rebeldia. Mas, ao comentar com colegas de faculdade a minha opinião sobre o “Fenômeno Crepúsculo”, percebi que não estou sendo precipitado, muito menos, injusto.
Não é tolerável que, enquanto, obras intelectualmente produzidas são massacradas pela opinião pública, uma história vazia e boboca mova multidões às salas de cinemas de todo o mundo.
É a sociedade do espetáculo, cuspida em nossas faces. Quem ainda não se deparou com garotas neuróticas gritando pelos corredores dos shoppings, quando encontram algo relacionado à série? Quem ainda não ouviu uma pessoa dizendo que leus os livros mais de uma vez? Caso a resposta seja “Não”, prepare-se, pois ainda ouvirá.
O que realmente me incomoda é saber que, na maioria das vezes, essa adoração é simplesmente uma maneira das pessoas serem aceitas em seus círculos de amizade. Tornou-se um padrão de relacionamento.
Enquanto, alienados vibram com a ficção e acreditam que, aquilo ali é uma nova filosofia de vida, pessoas são mortas, violentamente, em todo mundo. Conflitos religiosos são pautas diárias de telejornais. O mundo vive a beira da terceira guerra mundial, e somos obrigados a engolir que aquele monte de baboseira é capaz de mudar a vida de alguém. Um anestésico cerebral!
Me nego acreditar, me nego a aceitar. A saga "Crepúsculo" é um tapa na cara de alguém inteligentemente capaz de usar mais que 1% do seu potencial cerebral!
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A dúvida
Quando me vi sozinho, pensei que estava perdido
Mas, aprendi que não existe felicidade à dois
Vivo da maneira que me convém
Acredito nas coisas que me fazem bem
Não perco mais tempo com intrigas
Peço ajuda quando preciso
Aceito meus erros bobos
E, que tudo seja vida
Um dia a sós
Uma vida inteira
Na corrente da ribanceira
Que me aguarda no final
O resultado a mim pertence
Tudo que é conquista me inspira
Se deseja o que não é capaz
Nasce o dia de nuvens azuis
Querida, me aceita, me ajuda
Sou fera, sou ferida marcada
Nos traços do tolo amor
Machucado, sigo...
No mais tardar, luto
Grito, quem escuta pergunta: Anjo ou demônio, quem é você?
A dúvida é o que sustenta a superfície artificial do que há nas pessoas
Que perseguem dia-a-dia um lugar ao pódio do reconhecimento.
Luís André Gasperino
Mas, aprendi que não existe felicidade à dois
Vivo da maneira que me convém
Acredito nas coisas que me fazem bem
Não perco mais tempo com intrigas
Peço ajuda quando preciso
Aceito meus erros bobos
E, que tudo seja vida
Um dia a sós
Uma vida inteira
Na corrente da ribanceira
Que me aguarda no final
O resultado a mim pertence
Tudo que é conquista me inspira
Se deseja o que não é capaz
Nasce o dia de nuvens azuis
Querida, me aceita, me ajuda
Sou fera, sou ferida marcada
Nos traços do tolo amor
Machucado, sigo...
No mais tardar, luto
Grito, quem escuta pergunta: Anjo ou demônio, quem é você?
A dúvida é o que sustenta a superfície artificial do que há nas pessoas
Que perseguem dia-a-dia um lugar ao pódio do reconhecimento.
Luís André Gasperino
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